Wanderléa sobrevoa

Um texto extraído da CartaCapital 523, de 26 de novembro de 2008:

WANDERLÉA SOBREVOA

POR PEDRO ALEXANDRE SANCHES

Wanderléa tem 62 anos e um sonho recorrente. Volta e meia, vê-se voando alto, por cima do mundo. Nessas ocasiões, lá de cima, ela observa, plácida, as pessoas e as coisas aqui embaixo.

Não é que ela nunca tenha voado na “vida real”, ao contrário. Nos anos 60, com minissaia curtíssima, músicas de letras bobinhas, atitude ingenuamente rebelde e voz indomada, irritou os mais nacionalistas e os (supostamente) mais intelectualizados, mas voou alto, impulsionada pela multidão enlouquecida que vivia com ela a febre do iê-iê-iê.

Hoje plana baixinho, modesta, sem estardalhaço no bater das asas. Encontrou guarida numa gravadora independente e pequena, Lua Discos, e rompe um longo hiato sem lançar discos originais. “Foram 18 anos praticamente muda”, diz. Nova Estação é seu trabalho mais particular, peculiar e destoante do clichê de “ternurinha” da jovem guarda que provavelmente a acompanhará para sempre.

A Lua me deu liberdade total para fazer o que eu quisesse. Eu nunca tinha feito um disco sem ter que obedecer a qualquer orientação de gravadora”, constata, perto do solo, aninhada no apartamento amplo e confortável (mas não luxuoso) de sétimo andar em que mora há décadas, nos Jardins paulistanos.

Mas nem o vôo rasante é novidade para Wanderléa. A técnica de planar baixo ela adquiriu na década de 60, quando tinha de se impor num meio dominado por homens, dos parceiros machões Erasmo e Roberto Carlos a “seu” Evandro Ribeiro, o executivo-chefe da CBS, que, hoje ela confessa, determinava tudo que a estrela pop adolescente gravaria.

Naqueles anos, locomovida pela fortuna que o sucesso de Exército do Surf, Meu Bem Lollipop, Pare o Casamento, Prova de Fogo lhe trouxe, adquiriu a mania de colecionar e dirigir a toda velocidade carrões possantes, vários deles importados. Tipicamente masculina, a paixão talvez lhe permitisse lutar em igualdade de condições com os varões do iê-iê-iê. Mas tinha raízes também na relação turbulenta com o pai.

Descendente de libaneses, “seu” Salim viveu nômade entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, e era convicto de que mulheres não deviam jamais dirigir carros. Teve 13 filhos, batizados com nomes como Wanderlene, Wanderbill, Wanderte, Wanderlô e Wanderbele, nascidos cada um num canto (Wanderléa nasceu em Governador Valadares, Minas Gerais).

Apesar de austero, seu Salim permitiu que a filha desenvolvesse carreira musical desde os nove anos de idade, como crooner de clássicos do cancioneiro, sob acompanhamento ora do regional de Canhoto, ora da orquestra do maestro Astor. Ela interliga a entrada no meio artístico à morte da irmã Wanderlene (“a mais bonita de todas”), baleada acidentalmente na rua, na sua frente. “A minha ascensão foi o que deu uma levantada na minha família, tirou um pouco o luto”, reavalia.

Fala com naturalidade dos tempos de trabalhadora infantil, mas esboça lacônica reprovação quando perguntada sobre Maísa, a garotinha-prodígio cuja esperteza deixa pasmos os espectadores atuais de Silvio Santos: “É perigoso”.

Seu Salim morreu no auge do sucesso da filha mais rebelde e emancipada. O sucesso pop fez cessar abruptamente os tempos de cantar Dalva de Oliveira e Angela Maria com orquestra por trás. E também por isso Nova Estação é um trabalho especial. “Você acha que há dez anos eu ia fazer esse disco? Não ia.” O disco acumula canções antes interpretadas por Elis Regina e Gal Costa, compostas por Johnny Alf, Chico Buarque, Jackson do Pandeiro, Martinho da Vila, Geraldo Azevedo, Billy Blanco, e sempre acompanhadas por arranjos discretos e elegantes idealizados pelo marido, Lalo Califórnia.

Por muito tempo, ninguém abria estúdio para mim. Se eu falasse ‘quero gravar Johnny Alf’, diriam: ‘Pirou'”, interpreta. Mas, se diante dos holofotes a bossa nova de Alf e o iê-iê-iê de Wanderléa parecem mundos incomunicáveis entre si, nos bastidores as coisas não são bem assim. “Fui cantar numa homenagem ao Johnny, e fiquei surpresa quando ele começou a citar minhas músicas, lembrou uma canção de Rosinha de Valença que gravei, sabia tudo sobre mim”, espanta-se.

Pertencem à história secreta da música brasileira lembranças admiráveis compartilhadas com Antonio Carlos Jobim. O disco Elis & Tom, lançado em 1974, foi em parte ensaiado na casa de Wanderléa. Aconteceu em Los Angeles, onde ela morava para acompanhar o tratamento de seu marido à época, José Renato, tetraplégico após um mergulho numa piscina.

Jobim costumava atravessar noites festeiras ao piano de Wanderléa, ao som de Chovendo na Roseira e outras novidades. Durante as gravações, Elis deixava o filho pequeno, João Marcello Bôscoli, aos cuidados da ex-antagonista. Se nos anos 60 Elis hostilizara a jovem guarda e liderara passeata contra as guitarras elétricas, agora se tornavam amigas íntimas. Naquele fim de ano, reuniram-se ao redor da mesma árvore natalina Tom Jobim e o sogro de Wanderléa, Chacrinha.

Esse espírito de convivência harmônica entre “populares” e “eruditos” vazou pouquíssimas vezes para a esfera pública, mas é o que norteia quase 40 anos depois o disco Nova Estação. Até a terra natal parece voltar à tona, na faixa-título (lançada por Elis em 1980), abertura do CD em ambiências evocativas do Clube da Esquina. “Você acha? Se tem isso, foi por acaso. Nunca me reconheceram como mineira. Para eles, do Clube da Esquina, eu devia ser cearense”, brinca, denotando os muros que ainda separam facções e panelas da dita MPB.

O afastamento do ambiente fonográfico foi quebrado pela gravação eventual de antologias da jovem guarda, entre convites que ela preferiu recusar. “Apareciam umas propostas indecorosas, ‘agora é época de lambada, tem que fazer um disco de lambada’. Nada contra os gêneros, mas eu já tinha uma personalidade formada, um público que me respeitava.”

Esse público, misteriosamente, ela nunca perdeu, como atestam shows recentes no Auditório Ibirapuera, lotados mesmo sem disco de apoio, marketing de gravadora ou jabá. Mas até do prazer de estar no palco ela andou desencontrada, principalmente após a morte de Bill, irmão e escudeiro profissional, por Aids, em 1994. A estrada então lhe pareceu mais “maçante”, “solitária”.

Nem assim perdeu o público leal, pois esse (como o de Roberto Carlos) parece viver com ela em comunhão na alegria e na tristeza. Hoje, Wanderléa não hesita em classificar o que viveu por mais de uma ocasião, sem saber nomear ou combater. Depressão. E defende com naturalidade o uso de medicação para combater a vontade de “ficar embaixo da cama”: “Se tiver problema de estômago e não for ao médico você não se ferra? Então. Vai ficar trancado no quarto, por quê? Vai se tratar”.

No lado mais ensolarado, o feminismo pioneiro dos anos rebeldes tampouco a abandonou. Hoje o incorpora de modo mais consciente, como ao falar, divertida, do machismo de Roberto e Erasmo, ou da sociedade como um todo. “A mulher também é culpada, porque cria diferente o filho homem. Reclama do marido, mas cria o filho igual?”, pergunta. “Aqui em casa somos muitas, e o Lalo, coitadinho, apanha um bocado.”

Refere-se a Jadde e Yasmin, as duas filhas na casa dos 20 (um primeiro filho, Leonardo, morreu aos 2 anos, afogado na piscina de casa, em 1984). Ambas são artistas plásticas em formação, e a mãe parece sonhar para elas um vôo alto. Reage com empolgação aos quadros que Jadde traz para casa, e minutos depois a instiga a mostrar uma das muitas músicas que compõe. Jadde hesita, mas acaba mostrando um vídeo no computador, no qual canta suavemente em inglês, em gênero folk. Estudante em Paris, Yasmin surge no Skype, para festa da mãe e da irmã.

Três anos atrás, Jadde voou alto em companhia da mãe. Wanderléa voltava à terra natal para receber a chave da cidade, e só então descobriu que sua Governador Valadares é uma “capital do vôo livre” no Brasil. Não hesitou um minuto em pular de paraglide pela primeira vez na vida. Voou feito pássaro e viu o mundo pequenino, quilômetros abaixo de seus pés flutuantes. E conta a aventura de peito estufado, como se estivesse acontecendo aqui e agora.

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19 Respostas to “Wanderléa sobrevoa”

  1. KléciusLeão Says:

    Pedro,

    É impossíel não ficar indignado ao (re)ouvir Wanderléa nessa fase psych-black-pop revolucionária. Encontrei, numa das minhas revistas velhas, um comentário sobre esse show “Maravilhosa”, feito na Galeria Alaska. Ou seja…

    E parabéns pelos textos-jóia(s).
    Grande abraço!

    KL

  2. KléciusLeão Says:

    em tempo, explico-me: “indignado”, óbvio, porque Wanderléa é uma das artistas nacionais ignoradas pelo nauseabundo PMPB.

  3. guto Says:

    Pedro,
    Que história bonita (e trágica) a vida dela! Dá vontade de comprar o novo cd agora e recolocar o Wanderléa MAravilhosa de 1972.

    Dá pra lembrar que tem um Menescal naquele disco, né? Embora realmente a BossaNova me estivesse longe….

    Espero que o Lô Borges responda imediatamente ao que ela disse. Ela merece ser reconhecida pelos “esquinos” também

  4. Francisco Fukushima Says:

    Caro Pedro,

    Parabéns pelo belíssimo texto. Nem parece jornalismo. É literatura. Das boas, diga-se de passagem, talvez favorecida pela bela e triste história da cantora.
    Comprei esse novo CD da Wanderléa. Está surpreendente pela qualidade do repertório, dos arranjos, da capa e da própria cantora, mais leve, solta e feliz, cantando muito bem.
    De fato, ela está em Nova Estação. Gostoso de ouvir da primeira até a última faixa. Não foi por acaso que foi agraciado como o melhor disco popular do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).
    Pena que as emissoras de rádio, movidas pelo maldito jabá que a Lua Music não tem como arcar, deixam de contemplar seus ouvintes com músicas como as do novo disco da Ternurinha. Fica, assim, registrado o meu protesto e os meus parabéns à Wanderléa.

  5. paulo Says:

    A IMPRENSA E TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO TEEM O DEVER MORAL DE ALAVANCAR ESSE DISCO DE EXCELENET QUALIDADE DE WANDERLEA.
    ATENÇÕA REDE GLOBO COLCA UMA FAIXA NUMA NOVELA.
    E AI FAUSTÃO CHEGA DE JOELMA E CHIBINHA
    HEBE
    PRESTIGIA SUA MAIGA
    RAUL GIL
    FANTANSTICO BOA MUSIC AÉ PRA SER MOSTRADA E DIVULGADA

    ATE ESPERO QUE ISSO ACONTEÇA
    O POVO MERCE MUSICA DE QUALIDADE
    E ELA TÁ AI
    PARABÉNS WANDECA LINDO DISCO
    ABÇS
    FELIZ NATAL E 2009 CHEIO DE SUCESSO
    PAULO

  6. Marco Antonio Says:

    Wanderléa (maior Diva da musica brasileira), um ícone da arte de cantar.

    Assistí o seu show (Nova Estação) e ela como sempre está Maravilhosa.

    O Brasil deve valorizar mais a Wanderléa, que certamente é uma de suas melhores e maiores cantoras.

    Parabéns a nossa querida Wanderléa que com certeza mereçe muitos sucessos e continuar nos alegrando com a sua voz e o seu carísma.

    do eterno fã

    Marco Antonio

  7. Luiz Siqueira Paes Says:

    Sempre gostei muito de Wanderléa, como cantora e mulher de atitude. Seu disco arranjado pelo Egberto Gismonte é um trabalho de alta qualidade em todos os níveis e solenemente desprezado pela crítica e comentarista especializados(com excessão do Tárik de Souza). Outro trabalho dela também excelente é o “Feito Gente” gravado ao vivo no Teatro Tereza Rachel nos anos 70. Pena que só a vejam como uma cantora que viveu a Jovem Guarda. Aliás nada contra a Jovem Guarda, muito pelo contrário, mas ela, Wanderléa, vai muito além deste movimento.

  8. jary Says:

    Ué, por que não falou do “Vamos que eu já vou”, belíssimo disco da Vanderléa, feito sob os auspícios musicais do genial Egberto Gismonti?
    Disco belíssimo e mineiríssimo, aliás.
    De todo modo, Pedro, parabéns por falar da Vanderléa, abraço e feliz 2009!

  9. Nivaldo Says:

    Parabéns pelo belo texto. Acompanho a trajetória da minha querida Wanderléa e fico muito feliz em curtir o NOVA ESTAÇÃO e mais ainda com o premio da APCA.

  10. Ataídes Ribeiro Says:

    Wanderléia sempre foi muito predisposta e reflexiva quanto a sua carreira. Depois de um certo aprendizado de vida, ela jamais se
    rendeu naturalmente a essas gravadoras medicres que inssitem em
    perpetuar o que já está feito. Muito embora “O CD NOVA ESTAÇÂO”,
    não seja especificamnete um projeto inédito, mais remete uma Wan
    deka em novo tempo. Parabéns! Vou comprar o cd Originalmente.

  11. fabio Says:

    lindo texto. também ouvi o ‘nova estação’ e gostei, wanderléa é simpática e verdadeira, sem afetação. porque na música brasileira tem gente afetada demais, não é? maria rita, marisa monte, essas neo-musas do neo-axé, essas neo-bandas de rock, haja ar pra tanto ego (e tão pouca música).

  12. Pedro Alexandre Sanches Says:

    Ei, depois de um recesso mais ou menos curto, agradeço as várias mensagens bacanas! E, pelo que vejo, o fã-clube da Wanderléa tem prestigiado esse modesto blog, hein?!

    Nossa, Klécius, “eu daria a minha vida” pra ler esse texto sobre “Maravilhosa” na Galeria Alaska!

    Francisco, obrigado pelo comentário engrandecedor no seu primeiro parágrafo!

    Ô, Luiz, me coloca aí nesse rol dos escribas-de-exceção que reconhecem o valor do (sensacional) o disco que Wanderléa gravou com Egberto Gismonti! Além de ter falado várias vezes dele nos tempos de “Folha”, escrevo longamente sobre ele no meu livro “Como Dois e Dois São Cinco – Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)”. Pô!

    Jary, pois então, o espaço era curto demais para tanta coisa guardada no baú…

    Ah, e neste ano não pude ir lá na APCA votar, mas também fiquei contente com a premiação do “Nova Estação”.

    Fabio, obrigado! “Simpática e verdadeira, sem afetação”, concordo! Quanto ao resto, cala-te boca!, hahaha.

  13. Beron Says:

    Pedro,

    Espero q esteja tudo bem contigo. E um excelente 2009 pra ti e sua família!!.

    Toda vez q tento entrar no seu blog-irmão, tenho problema com o –

    mercadolivre- q teima em tentar aparecer no meu monitor! Deve ser algum “cavalo-de-tróia” do meu pc.né? Alguém já comentou isso contigo?

    Por causa disso, entro no “Ruido” que parece ser mais seguro…Em compensação você escreve menos aqui….

    Tudo bem , continuo curtindo muito os seus textos.

  14. Pedro Alexandre Sanches Says:

    Beron, pra você também!

    Mas, não, não é o seu computador, não. Eu tenho o mesmo problema, e conheço vários blogs que também têm. Acredito que isso foi instalado junto com o Haloscan (que faz contagens e estatísticas do blog), e não sei como resolver (se alguém souber, aceitamos dicas e ajudas!). No mais, ao que parece o treco é chato pra caramba, mas inofensivo…

    Abraço!

  15. Flávia Gomes Says:

    Pedro, como faço para te mandar um e-mail?
    Obrigada e parabéns pelo blog.
    Informações muito boas!
    Abraços e sucesso!

  16. Pedro Alexandre Sanches Says:

    Oi, Flávia, é pas@cartacapital.com.br. Obrigado eu.

  17. PITER NOLASKO Says:

    Olá. Sou de Teresina, cidade onde Wanderléia já fez vários shows, desde o comecinho de sua carreira. Inclusive gravou, ainda adolescente, “O RAPAZ DO PIAUI”. Coisa de adolescente mesmo, pois tudo tem sua época. Hj, bastante madura na vida e na arte, nos presenteia com este album belíssimo, “NOVA ESTAÇÃO”, bem feito, bem gravado, com reportório escolhido “na ponta do lápis”. Parabéns! Fico pensando: “que cantora descente, íntegra, maravilhosa, amiga.” Por isso que seu público é seleto, sincero e grato à cantora que tanto estima, valorizando sempre seu trabalho, como eu. Fico contente desta fase da querida cantora, pois, como seu fã incondicional ( desde criança, quando a ouvia cantando no rádio, pois aqui não tínhamos televisão no ano de 1967). Sinto-me honrado de ouvir, da voz da minha preferida cantora, interpretação tão esmerada, de músicas que antes imaginava-se não estar ao seu alcance vocal. Obrigado, Wanderléa, por este presente ao seu público. Parabéns. Quanto ao Pedro, foi exato no texto tão bem escrito, em consonância com a carreira e trajetória vitoriosa de Wanderléa. “Foi assim”, e sempre será nossa grande “Ternura”, sem rótulos, como ficou provado, mas com lembranças inesquecíveis desde a chegada do iê-iê-iê, que não esquecemos tão cedo. Beijos.

  18. didha pereira Says:

    Realmente, Wanderlea foi uma pessoa muito injustiçada, talvez tenha sido a primeira a cantar en prol do pessoal da tropicalia. Gravou diversas vezes músicas de Caetano, Gil, Capinam, e até o maldito Joprge Mautner, transformando-o em sucesso LOCOMOTIVAS, acho que um dos maiores sucessos do mesmo.
    Wanderlea foi e será uma brasileirissima cantora, que canta do rock a Bossa Nova, com a mesma ginga e com uma voz surpeendentemente aveludada, cristalina e educada de fazer inveja a Gal Costa, a Elis e a Claudete Soares. Sem contar a presença cênica viva, que só Bethania possui.
    Uma pena que só agora os críticos a reconhecam, com o CD “O Amor Sobreviverá” ganhou o premio de melhor Cantora e agora com o CD “NOVA ESTAÇÃO”, ganhou o premio de melhor cd de musica popular.
    Só falta agora a rádio tocar.
    Eu a amo, a idolatro e estou esperando ela chegar no Recife para fazer o seu show no dia 12 de junho e lançar o seu primeiro DVD individual.

    Didha Pereira
    Ator, Encenador, Dramaturgo e Arte-Educador

  19. josé cicero silva carvalho Says:

    Ontem, dia dos namorados, aqui em Rrecife, fui tocar junto com a orquestra VENEZA o baile dos amantes. Chegando lá tomei conhecimento q dividiríamos a noite com wanderléa..Achei maravilhoso pois sabia q a noite não seria tão longa como a dos outros bailes.. No meio do baile o locutor anunciara a principal atração e eu teci um comentário humorado e um pouco maldoso contra wanderléa..E mais: na presença da namorada e da mãe do seu baixista (ótimo baixista)… Tudo maldade de minha parte(confesso).. Mas a parte boa de tudo isso foi q wanderléa calou minha boca…Subiu no palco e mandou …Contagiou a todos e me encantou..Afinadíssima..linda….contagiante…fenomenal… Sem palavras….Agora sou um saxofonista apaixonado por essa voz afinada…beijos no coração dessa loira fenomenal….Q o ALTISSIMO conserve essa loira por muito tempo….Desculpas !!!!!

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